
Prometemos para 2009
- Migrar para o Wordpress
- Criar um layout
- Fazer 1 postagem por dia
- Conseguir mais 2 ou 3 leitores
um pequeno e modesto espaço na web onde se pode encontar um pouco de design, cultura, arte, ótimas críticas cinematográficas e tudo mais sobre o universo...











Aquela poderia ser mais uma manhã como outra qualquer.
Eis que o sujeito desce na estação do metrô: vestindo jeans, camiseta e boné, encosta-se próximo à entrada, tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush matinal.
Mesmo assim, durante os 45 minutos em que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes.
Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.
Alguns dias antes Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custam a bagatela de 1000 dólares.
A experiência, gravada em vídeo mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino.
A iniciativa realizada pelo jornal The Washington Post era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte.
A conclusão: estamos acostumados a dar valor às coisas quando estão num contexto.
Bell era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de grife.
Esse é um exemplo daquelas tantas situações que acontecem em nossas vidas que são únicas, singulares e a que não damos a menor bola porque não vêm com a etiqueta de seu preço. O que tem valor real para nós, independentemente de marcas, preços e grifes? É o que o mercado diz que você deve ter, sentir, vestir ou ser?
Essa experiência mostra como, na sociedade em que vivemos, os nossos sentimentos e a nossa apreciação de beleza são manipulados pelo mercado, pela mídia e pelas instituições que detém o poder financeiro.
Mostra-nos como estamos condicionados a nos mover quando estamos no meio do rebanho.
Extraído de Teoria da Conspiração.


Era uma vez um jovem designer fazendo um layout para o site de uma empresa, quando surgiu uma dúvida quanto ao topo do site. O jovem designer resolveu perguntar para alguém mais experiente qual uma possível solução.
- Topo do site? Disse um dos que estavam com ele. Um banner lógico! Continuou o homem.
Então o jovem disse - Mas isso não funciona. Usando todo o seu cabedal de conhecimentos e continuou explicando:
- Ninguém mais clica nessas coisas, atrapalham a legibilidade, dificultam a pregnância formal, faz que o usuário não olhe para o que realmente importa...
Mas um dos poderosos, interrompendo subitamente seu discurso, olhou com ar de soberba e disse:
- Mas coloca mesmo assim pra eu ver como fica.
(...)
Você já passou por isso? Já tentou argumentar no alto de sua sabedoria? Adiantou alguma coisa? É lógico que não!! Mesmo que você tente, eles irão te mostram um relatório que na semana passada 32 pessoas clicaram no banner e 3 compraram o produto em questão. Segundo essa lógica, os banners funcionam, pois eles podem ser contabilizados, podemos saber quantos cliques foram dados, quantas pessoas foram fisgadas pelo SWF saltitante.
Mas o grande problema é o que, a princípio, não pode ser contabilizado. Se pudermos saber quantos usuários clicaram no banner, não podemos saber quantos nunca mais irão voltar ao site depois de ver toda essa poluição visual. Ele simplesmente acessa o site, vê aquela bagunça, não entende nada e vai embora para nunca mais voltar. E isso não sai no relatório.
O bom design de uma mídia aumenta substancialmente seu valor "intangível". 99,46% das pessoas não sabem porque este site é melhor do que este. Mas nós sabemos. Sabemos que por trás de toda a programação, do server side e da tecnologia em geral existe alguém que pensou antes de fazer tudo isso funcionar, alguém que fez um projeto visando o usuário.
Não estou dizendo que os designers são os salvadores da Web, que acabarão com o caos vigente e restaurar a paz e harmonia no reino das interfaces. Com certeza não. Estou apenas pedindo para que as pessoas pensem um pouco. Pense nos dois lados da moeda e que para toda ação existe uma reação. Se em meu projeto, mais da metade da área útil é reservada para a publicidade, tornando tudo um grande caos, devemos pensar se o que ganhei com todo esse comercial compensa a perda de usuários (e conseqüentemente dinheiro) que acharão tudo uma grande bagunça e nunca mais voltarão ao seu site.
por [ Leandro ]
O eu quero dizer, o que realmente importa para mim, é essa coisa que me mantém acordado mesmo depois de 2 dias sem fechar meus olhos, aquela coisa que queremos sempre tornar melhor e melhor e nunca é bom o suficiente, essa coisa que me faz querer não só "ser bom" mas ser o melhor. Essa coisa louca que modifica o mundo e coloca novas idéias em sua mente, aquela coisa que faz você se odiar e um minuto mais tarde faz você acreditar que é o maior. Aquela coisa que te faz sorrir, gargalhar, dançar, pular como louco. Aquela coisa que muitas vezes não está terminada, mas está
Então o que é aquela coisa "A COISA"?
Eu não posso descrevê-lo em uma palavra, mas tenho certeza que não é o dinheiro ou a fama.
É o amor, a paixão que Deus colocou em mim de fazer algo grande, que faz você se sentir "alguma coisa", quando você entra em contato com isso, vê-lo e ouvi-lo.
Para produzir algo inovador que faz uma mudança ou só captura a atenção e faz você sorrir, pensar, comprar ou simplesmente dizer "isso é original".
Essa é a coisa.
Creio que não há impossibilidades e creio no que Albert Einstein disse uma vez:
"Quero fazer algo grande e maravilhoso,
Mas devo começar por fazer as coisas pequenas serem tão grandes e maravilhosas"
Texto de autoria desconhecida que define o que eu (e provavelmente muitos outros) sinto em relação ao design como um todo.