É claro que é isso que você espera de um filme do James Bond, isso tudo e a Bond Girl, no caso a lindíssima Olga Kurylenko. E não há muito mais além disso a se esperar de um filme da série 007. Não que o filme seja ruim, muito pelo contrário, eu gosto muito, mas que ele é um legítimo blockbuster, mas um legítimo BOM blockbuster. De conceitual o máximo que teremos em Quantum of Solace é que devemos ter cuidado com ONG´s ambientais, porque elas podem estar tentando dominar o mundo.
Mas uma coisa realmente muito legal no filme é que para cada cidade por onde Bond passa, o nome da cidade no início da cena aparece com tipografias diferentes, representado muito bem o local. Separei as imagens que achei na internet. Eu acho que haviam mais nomes, mas só poderei ter certeza quando lançarem o DVD. (se minha memória não estiver enganada, o que não é muito difícil, eu re-publico esse post)







Duas coisas bizarras no filme:
1º Há uma cena em que Bond está em Porto Príncipe dentro do carro, ao passar por uma casa, há um cara passando roupa no meio da rua... bizarro.
2º As cenas finais se passam em um hotel, que tem todo um design estiloso e tals, mas no topo do prédio há a um luminoso que escreve a velocidade da luz em metros por segundo... deve haver uma explicação para isso.

2 comentários:
Taí uma séria que nunca me chamou atenção. Desde os filmes protagonizados pelo Sean Conery, nunca assisti, e nem tive vontade de ver, nenhum 007. Acho que não é da minha época, mas ainda assim é interessante fazer como o Leandro e notar as tentativas de fazer a sequencia dar mais um lucrativo último suspiro.
O lance é que independente da linguagem vai ser sempre um cara fodão solucionando um treta fudida em carros super rapidos e moças super bonitas.
afinal...qm nunk quis saber a velocidade da luz enqnto procurava um hotel para c hospedar ñ eh mesmo!?
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